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Exames Contrastados

SIALOGRAFIA E DACRIOCISTOGRAFIA

 

Aula gentilmente cedida pelo professor Ricardo Pereira Tecnólogo em Radiologia Formado Pela Universidade Estadual de Goias (UEG) EX Professor do Colegio Exito e da Faculdade Inesul - onde ministrou aulas em todas as áreas da radiologia.

email.: rad_rick@hotmail.com

O material fornecido por Professores, Técnicos e Alunos é de responsabilidade dos mesmos, bem como a inclusão é o uso de fotos e imagens.

EXAME DAS GLÂNDULAS SALIVARES

 

• REVISÃO ANATÔMICA

• DEFINIÇÃO

• OBJETIVO

• PROCEDIMENTO

INCIDÊNCIAS

 

 

 

ANATOMIA DAS GLANDULAS SALIVARES


As glândulas salivares são consideradas anexos do sistema digestivo. São responsáveis pela secreção de saliva e apesar de numerosas, só nos interessam as chamadas extraparietais, que compreendem três pares de glândulas:

GLÂNDULA PÁROTIDA: Esta situada lateralmente na face e anteriormente ao pavilhão do ouvido externo. Seu canal excretor, o ducto parotidico, abre-se no vestíbulo da boca, ao nível do 2º molar superior. O processo infeccioso que se assenta na paródita (parotidite) é conhecido com o nome de caxumba.

GLÂNDULA SUBMANDIBULAR: Localiza-se anteriormente à parte mais inferior da parótida, protegida pelo corpo da mandíbula. O ducto submandibular abre-se no assoalho da boca, abaixo da língua, próximo ao plano mediano.



GLÂNDULA SUBLINGUAL: È a menor das três, situando-se lateral e inferiormente á língua, sob a mucosa que reveste o assoalho da boca. Sua secreção é lançada na cavidade bucal, sob a porção mais anterior da língua, por canais que desembocam independentemente por uma serie de orifpicios no assoalho da boca.

 

 

SIALOGRAFIA: È o estudo radiológico por meio de contraste iodado das glândulas salivares, parótidas e submandibulares. Esse exame consiste na punção de um cateter do tipo asa de borboleta (Scalp) no ducto da glândula, sendo previamente dilatada com suco de limão ou éter para ajudar na salivação. É feita uma radiografia piloto a fim de descartar calcificações; em seguida é administrado de 1 a 2ml do contraste, ou a critério do radiologista. As posições radiológicas realizadas no exame são:mandíbula AP e L, outras projeções são a critério do radiologista. A sialografia está indicada nos processos inflamatórios, estenoses, obstrução do ducto por cálculos, tumores e outras situações. Este estudo também pode ser feito através das técnicas de subtração digital,TC ou US. A sialografia é raramente usada para avaliar glândulas sublinguais por ter numerosos e pequenos ductos, abrindo diretamente no assoalho da boca. Sialografia sublingual só será permitida, se houver variação anatômica que permita cateterização da porção proximal do ducto. Pela maior sensibilidade e resolução, as CT e RMN têm substituído a sialografia na avaliação de glândulas salivares ou massas tumorais adjacentes.

 

BANDEJA PARA A REALIZAÇÃO DO EXAME

 

Imagem de arquivos.

 


CONTRA INDICAÇÕES:


A sialografia é contra-indicada na inflamação ou infecção grave da glândula ou dueto salivar. Além disso, como o procedimento envolve a administração de um contraste, estaria contra-indicado em qualquer paciente com história de alergia conhecida a contraste iodado.




PREPARO DO PACIENTE:


O paciente deve ser instruído a tirar quaisquer dentaduras ou outras próteses dentárias removíveis. Todos os itens radiopacos, tais como jóias, devem ser retirados da região da cabeça e pescoço. O procedimento e as possíveis complicações devem ser explicados ao paciente antes do exame, e um consentimento informado deve ser obtido.

EQUIPAMENTO PRINCIPAL:


O equipamento principal para um procedimento de sialografia é uma sala radiográfica/fluoroscópica. Em certas circunstâncias, tomografia convencional ou computadorizada pode ser realizada em conjunto com esse procedimento. O acesso a uma sala radiográfica equipada para tomografia convencional ou a uma unidade de tomografia computadorizada pode ser necessário.





Imagem Ilustrativa

http://pt.wikipedia.org/wiki/Fluoroscopia

A seqüência de obtenção de imagens para o estudo preliminar e pós-procedimento pode incluir incidências mandibulares AP ou PA, lateral, lateral modificada ou oblíqua lateral. A obtenção de imagens tardias pode ser solicitada para visualizar qualquer retenção de contraste no interior do ducto. A capacidade de esvaziamento funcional da glândula pode ser então avaliada.

 



Fonte :http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1677-38882010000100005&lng=en&nrm=iso

 

DACRIOCISTOGRAFIA


Aula gentilmente cedida pelo professor Ricardo Pereira Tecnólogo em Radiologia Formado Pela Universidade Estadual de Goias (UEG) EX Professor do Colegio Exito e da Faculdade Inesul - onde ministrou aulas em todas as áreas da radiologia.

email.: rad_rick@hotmail.com

O material fornecido por Professores, Técnicos e Alunos é de responsabilidade dos mesmos, bem como a inclusão é o uso de fotos e imagens.






• REVISÃO ANATÔMICA

• DEFINIÇÃO

• OBJETIVO

• PROCEDIMENTO

• INCIDÊNCIAS






ANATOMIA LACRIMAL

 

AS LACRIMAS UMEDECEM CONSTATEMENTE O OLHO, IMPEDINDO O RESSECAMENTO DA CORNEA, NESSE PROCESSO O PISCAR É UM AUXILIAR VALIOSO. AS LAGRIMAS SÃO PRODUZIDAS CONTINUAMENTE, FAZENDO-SE NECESSARIO UM SISTEMA DE DRENAGEM.

CANALICULOS LACRIMAIS DESEMBOCAM NO SACO LACRIMAL QUE É CONTINUADO PELO DUCTO NASOLACRIMAL QUE SE ABRE NO MEATO INFERIOR DA CAVIDADE NASAL .









A DACRIOCISTOGRAFIA- È o estudo radiológico que utiliza meio de contraste iodado específico, para opacificar os ductos nasolacrimais na radiografia. É introduzido um cateter especial ou um Scalp com o bisel virado nos ductos lacrimais direito e esquerdo do paciente, para minimizar o incomodo é pingada 1 (uma) ou 2 (duas) gotas de colírio anestésico nos olhos. Uma radiografia piloto é feita; em seguida injeta-se cerca de 2 ml do meio de contraste em cada canal simultaneamente;acompanhando a progressão por fluoroscopia ou método convencional, o técnico obtém as radiografias.

As posições realizadas são: OD, OE e AP.

O exame é indicado para observar bloqueios nos ductos lacrimais e conseqüentes infecções nos sacos lacrimais. É necessário no dia do exame: jejum de 6 (seis) a 8 (oito) horas; remover próteses dentárias, oculares e outras;estar acompanhado de um adulto.

 





Figura 3 - Dacriocistografia mostrando obstrução do conduto lácrimo-nasal direito. Figura 4 -Exame de dacriocistografia evidenciando dilatação e obstrução do conduto lacrimo-nasal direito.


Fonte:http://www.rbcp.org.br/detalhe_artigo.asp?id=582
































 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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