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Membros Inferiores.

ANATOMIA E POSICIONAMENTO

Joelho/Patela/Tornozelo/Pé

 

AP de Joelho

 

aplegal

 

  • Alinhar e centralizar a perna e o joelho com o RC central e com a linha média da mesa ou do chassi.
  • Rodar e alinhar a perna internamente, 3º a 5º para AP do joelho verdadeira (ou até que a linha interepicondiliana esteja paralela ao plano do chassi)

Raio central: Alinhar o raio central em paralelo ao platô tibial: para paciente de porte médio, o RC fica perpendicular ao chassi. Direcionar o raio central a um ponto localizado aproximadamente 1cm distal ao ápice da patela.

DFoFi 1m

 

Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.

apjoelhootima

 

 

Lateral de Joelho

 

perfiljolho

 

  • Ajustar a rotação do corpo e da perna até que o joelho esteja na posição lateral verdadeira(epicôndilos femorais diretamente sobrepostos e o plano da patela perpendicular ao plano do chassi).
  • Flexionar o joelho 20 a 30º . Uma flexão maior retrairá os músculos e os tendões que podem obscurecer importantes informações diagnósticas no espaço articular. A patela será levada para o sulco intercondiliano também obscurecendo informações dos tecidos moles acerca de derrames e/ ou deslocamentos de coxim de gordura, e também causar a separação de um fragmento .
  • Alinhar e centralizar a perna e o joelho com o RC e com a linha média da mesa ou do chassi .

Raio central: O ângulo do raio central é de 5º a 7º cefalicamente. Direcionar o raio central para um ponto localizado a 2,5 cm distal ao epicôndilo medial.

Observação importante- O ângulo de flexão do joelho para a incidência em perfil é diferente em algumas Bibliografias, por favor prestar bastante atenção.

Segundo Bontrager 5º Edição- 20 a30º;

Segundo Biasoli- A perna forma um ângulo de 150º com a coxa;

Segundo Adam Greenspan- Radiologia Ortopédica - Com uma flexão de aproximadamente 25° a 30° , o raio central com uma angulação cranial de 5° a 7°

 

Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.

Joelho perfil perfil absoluto

 

 

Incidência Axial PA -

Vista do Túnel (Tunnel View):

Joelho-Fossa Intercondiliana.

patela

radiografiapatela

 

Método de Holmblad

Vista do Túnel (Tunnel de View)

patelaesquema legaldemais

Método de Camp Coventry-Decúbito ventral(flexão de 40º a 50º) --Método de Holmblad- posição de joelhos(flexão de 60° -70º)

Decúbito Ventral:

  • Flexionar os joelhos a 40º a 50º; colocar apoio sob o tornozelo.
  • Centralizar o chassi com a articulação do joelho considerando a incidência do ângulo do RC.

De joelhos:

  • Com o paciente ajoelhado e as mãos apoiadas sobre a mesa de exame, colocar o chassi sob o joelho afetado e centralizá-lo com a crista poplítea.
  • Solicitar ao paciente que apoíe o peso do corpo principalmente no joelho oposto ( não afetado)
  • Colocar o apoio almofadado sob o tornozelo e a perna do membro afetado para reduzir a pressão sobre o joelho lesado.
  • Solicitar ao paciente que lentamente, se incline para a frente 20º a 30° e se mantenha nessa posição(|Resulta em uma flexão do joelho de 60° a 70°)
    .

Raio central:1- Decúbito Ventral: Direcionar o RC perpendicular á perna(40º a 50º caudais para se compatilizar com o grau de flexão)

 

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal. Fixar em volta da cintura na posição de gemuflexão e estender a proteção para baixo, até o nível médio do fêmur.

 

 

 

tuneldojoelho

 

Incidência Axial AP:

Joelho -Fossa Intercondiliana

 

fossaintercondilar

fossa

Axial AP- Fossa Intercondiliana -(flexão do joelho de 40º e ângulo do RC a 40º)

  • Flexionar o joelho a 40ºa 45º e colocar apoio sob o chassi, se necessário, para que ele se adapte firmemente contra a face posterior da coxa e da perna.
  • Ajustar o chassi , se necessário, para centralizá-lo com a região média da articlução do joelho.

Raio central:

  • Direcionar o RC perpendicular á perna (40º a 45º cefálicos) .
  • Direcionar o RC para um ponto localizado a 1,25cm distal ao ápice de patela.

DFoFi- 1m

 

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal. Fixar em volta da cintura na posição de gemuflexão e estender a proteção para baixo, até o nível médio do fêmur.

 

 

Incidência Tangenciais(Axial ou Nascente):Patela

Método de Merchant Bilateral

 

merchantpatela

 

 

Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dorsal com joelho flexionado a 40º sobre a extremidade da mesa de exame, repousando em um suporte para perna. O paciente precisa estar confortável e relaxado para que os músculos do quadríceps da coxa estejam totalmente relaxados.

  • Colocar apoio sob os joelhos para elevar a porção distal dos fêmures, se necessário, de modo a ficarem paralelos á mesa de exame .
  • Colocar os joelhos e os pés unidos e segurar as pernas também unidas abaixo do joelho, para evitar rotação e permitir ao paciente ficar totalmente relaxado
  • Colocar o chassi com a borda contra as pernas , cerca de (30cm) abaixo dos joelhos perpendicular ao feixe de raio X.

Raio central:

  • Angular o RC 30º caudais a partir da posição horizontal (RC a 30º em relação aos fêmures). Ajustar o ângulo do RC, se necessário, para uma incidência tangencial verdadeira dos espaços articulares patelofemurais.
  • Direcionar o RC para um ponto médio entre ambas as patelas.
  • A DFoFi é de 120cm a 180cm,(o aumento da DFoFi reduz a ampliação .

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal. Fixar em volta da cintura na posição de gemuflexão e estender a proteção para baixo, até o nível médio do fêmur.

patelass

 

Incidência Tangenciais(Axial ou Nascente):Patela

 

  1. Incidência ínfero-superior (paciente em decúbito dorsal, flexão do joelho a 45º)
  2. Método de Hughston (paciente em decúbito ventral, flexão do joelho a 55º)
  3. Método de Settegast( paciente em decúbito ventral, flexão do joelho a 90° )

tangencialdepatela

Incidência ínfero-superior- Flexão dos joelhos a 40 -45º

  • Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dorsal, pernas undas com opoio sob joelhos de tamanho suficiente para proporcionar um flexão de 40º a 45º (pernas relaxadas).
  • Sem rotação das pernas.
  • Colocar o chassi com a borda repousando na porção média das coxas, inclinado de modo a se posicionar perpendicularmente ao RC.
  • Usar sacos de área , fita adesiva, ou outros métodos para imobilzar o chassi nessa posição. Não se recomenda que o paciente seja solicitado a sentar-se e a manter o chassi no lugar porque essa orinetação pode posicionar as regiões da cabeça e pescoço do paciente no trajeto do feixe de raios X.

Raio central:

  • Direcionar o RC infra-superiormente, em um ângulo de 10º a 15º das pernas, para se posicionar tangencialmente á articulação patelofemoral.
  • Palpar as bordas da patela para determinar o ângulo específico do raio central qua passa através do espaço articular infrapatelar.

Observação: O principal vantagem desse método é a de não requer equipamento especial e de ser uma posição relativamente confortável para o paciente. Por conseguinte, o relaxamento total é alcançado com uma flexão do joelho a 40º 45º, se o suporte de tamanho apropriado for usado sob os joelhos. A única desvantagem está em segurar ou apoiar o chassi nessa posição, se o paciente não puder cooperar internamente.

 

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal. Fixar em volta da cintura na posição de gemuflexão e estender a proteção para baixo, até o nível médio do fêmur.

 

 

Patela

Incidência do Sol Nascente

 

 

patc

Para essa incidência o paciente é colocado em decúbito ventral, com os joelhos flexionados a 115º.

Raio central: Raio central é orientado para a patela com ângulo de -+ 15º cefálicos.

DFoFi- 1m

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal. Fixar em volta da cintura na posição de gemuflexão e estender a proteção para baixo, até o nível médio do fêmur.

solnascente

 

Método de Hughston - Flexão a 45º

 

metodohungston

 

Pode ser feito bilateralmente em um único chassi .

Realizar a radiografia com o paciente em decúbito ventral, o chassi colocado sob o joelho; flexionar lentamente o joelho a 45º, manter o joelho; manter o pé do paciente seguro com atadura ou repousar o pé contra o colimador ou outro tipo de suporte, colocar almofada entre o pé e o colimador, se este estiver quente.

Raio central:

  • Alinhar o RC aproximadamente 15º a 20º a partir do eixo longitudinal da perna (tangencial á articulação patelofemural)
  • Direcionar o RC para a porção média da articulação patelofemural .
  • DFoFi- 100cm

Observação: Alguns autores sugerem menor flexão de apens 20º para evitar que a patela seja tracionada para dentro do sulco patelofemural,o que pode impedir a detecção de anormalidades sutis no alinhamento.

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal. Fixar em volta da cintura na posição de gemuflexão e estender a proteção para baixo, até o nível médio do fêmur.

 

 

Método de Settegast

Flexão do joelho a 90º

metodpatela

 

Advertência: Essa flexão aguda do joelho não deve ser tentada até que tenha se descartado fratura da patela de outras incidências.

Realizar a radiografia com o paciente em decúbito ventral , com o chassi sob o joelho; flexione lentamente o joelho a um ângulo mínimo de 90º; solicitar ao paciente que mantenha esta posição segurando uma atadura ou fita adesiva para manter posição.

Raio central:

  • Direcionar o RC tangencialmente ao espaço articular patelofemural (15º a 20º da perna)
  • DFoFi- 1m

 

Observação: A principal desvantagem desse método é que a flexão aguda contrai o quadríceps da coxa e traciona a patela para dentro do sulco intercondiliano, reduzindo com isso o valor disgnóstico dessa incidência.

 

 

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal. Fixar em volta da cintura na posição de gemuflexão e estender a proteção para baixo, até o nível médio do fêmur.

 

 

Tornozelo

AP

tornozelolegal

Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dorsal; colocar um travesseiro para apoiar a cabeça. As pernas do paciente devem estar totalmente estendidas.

  • Centralizar e alinhar a articulação do tornozelo com o RC e o eixo longitudinal da porção do chassi que será exposta.
  • Não forçar a dorsiflexão do pé para permitir que ele permaneça em sua posição natural.
  • Ajustar o pé e o tornozelo para uma incidência AP verdadeira. Certificar-se de que a perna não esteja rodada. A linha intermaleolar não estará paralela ao chassi.

Raio central: perpendicular ao chassi, direcionado para o ponto médio entre os maléolos.

DFofi -1m

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.

 

 

 

Lateral (ou Látero-Medial)

do Tornozelo

 

tornozeloperfil

  • Centralizar e alinhar a articulação do tornozelo com o RC e o eixo longitudinal da porção do chassi que será exposta.
  • Colocar um suporte sob o joelho , se necessário, para adequar a perna e o pé em uma posição lateral verdadeira.
  • Flexionar o pé dorsalmente, de modo que a superfície plantar esteja em ângulo reto com a perna ou ao máximo que o paciente puder tolerar; não forçar. (Isso ajudará a manter a posição lateral verdadeira)

Raio central: perpendicular ao chassi, direcionado para o maléolo medial.

DFoFi- 1m

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.

 

tornozeloperfil

 

Incidência Oblíqua AP

Rotação interna

1

tornozelodesenho tornozelolegal

Para essa incidência o paciente e colocado em decúbito dorsal, e a perna e o pé rodados medialmente cerda de 35º. O pé deve ficar em um posição neutra formando um ângulo de 90º, com a porção distal da perna.

Raio central: o raio central é direcionado perpendicular ao maléola lateral.

 

 

Incidência Oblíqua AP

Rotação interna a 45º

2

tornozeloe

 

  • Centralizar e alinhar a articulação do tornozelo com o RC e o eixo longitudinal da porção do chassi que será exposta.
  • Se as condições do paciente permitirem, flexionar o pé dorsalmente, se necessário, de modo que a superfície plantar esteja pelo menos a 80º-85º do chassi (10º a 15º a partir do eixo vertical) .
  • Rodar a perna e o pé internamente a 45º(similar á posição do encaixe do tornozelo) .

Raio central: perpendicular ao chassi, direcionado para um ponto médio entre os maléolos.

DFoFi- 1m

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.

tornof

 

 

Incidências AP Forçadas

 

eversaotornozelo inversaootima

 

  • Centralizar e alinhar a articulação do tornozelo com o RC e o eixo longitudinal da porção do porta filme que será radiografado
  • Flexicionar o pé dorsalmente o mais próximo possível a formar um ângulo reto com a perna.
  • Aplicar a pressão com a perna e o tornozelo na posição para AP verdadeira, sem rotação, enquanto toda superfície plantar é girada medialmente para a inversão e lateralmente para a eversão.

Raio central: perpendicular ao filme, orientado para um ponto médio entre os maléolos.

DFoFi- 1m

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas. Fornecer luvas e escudo de chumbo á pessoa que aplicará a manobra, se as posições forçadas forem executadas durante as exposições.

externatorn rotacaointernator

 

Articulação talocrural (tornozelo)

Incidência Oblíqua Posterior Interna Semi-Axial (Broden)

 

Também denominada como incidência de Broden, corresponde a uma série de quatro incidências que variam em função do ângulo de incidência do raio central. São utilizadas como complementares no estudo radiográfico da articulação talocrural (tornozelo). O paciente deve permanecer imóvel durante a realização da incidência.

Posição do paciente: O paciente deve estar deitado ou sentado em decúbito dorsal na mesa bucky, com o membro inferior a ser radiografado estendido e posicionado com a superfície posterior apoiada na mesa.

Posição do pé do paciente: O pé do lado a ser radiografado, deve formar um ângulo de 90º, com a perna. Rodar internamente (medialmente) a perna (e o pé), até que forme um ângulo de 45º com o chassi. Fig-15.59

Raio central: Incide com angulação céfalica de 10º,20º,30º e 40º, entrando na topografia do maléolo lateral.

 

 

broden

Fig15.59- Posicionamento do paciente para a radiografia do calcâneo em oblíqua posterior interna semi-axial

 

 

 

 

 

Fig-15.60- Anatomia radiográfia do calcâneo em oblíqua posterior interna semi-axial

1- Calcâneo ; 2- Tálus 3- Tibia; 4- Fíbula

Fatores radiográficos: Kv=2e+k, aproximado na faixa de 70 Kvs -+5 , mAs: aproximado na faixa de 15 mAs -+ 5mAs , distância foco-filme de 1m.

Parametros de avaliação técnica do calcâneo em oblíqua posterior interna semi-axial (Broden) nas imagens acima;

- A articulação talofibular deve apresentar-se aberta;

- A sindesmose tibiofibular é projetada na radiografia;

- O sustentáculo do tálus é projetado (superposto) na radiografia.

 

OBS: Sindesmose: È nome que se dá, em anatomia ao tipo de articulação fibrosa permeada por tecido fibroso, como membrana ou ligamento interósseo. As articulações fibrosas compreendem três tipos: sutura, sindesmose e gonfose.

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Sindesmose

Fonte: Técnicas Radiográficas - Princípios Radiográficas , Anatomia Básica e Posicionamento
1ª Edição- 2003  Rubio Editora- Antonio Biasoli Jr. Os dados utilizados, forão autorizados pelo autor.

 

Incidência AP de Pé

 

pelegal

Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dorsal, flexionar o joelho, e colocar a superfície plantar (sola do pé) encostada no chassi. Estender o pé e manter a superfície plantar repousando sobre o chassi firmimente..

Alinhar e centralizar o eixo longitudinal do pé com o raio central e com o eixo longitudinal do chassi.

Raio Central: Inclinar o raio central em um ângulo de 10º posteriormente em direção ao calcanhar e direcionado aos metatarsos especificamente na base do terceiro metatarso.

 

DFoFi- 1m

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas. Fornecer luvas e escudo de chumbo á pessoa que aplicará a manobra, se as posições forçadas forem executadas durante as exposições.

pelinda

 

 

Oblíqua de Pé

 

pelinda boa
apoio

Paciente em decúbito dorsal ou sentado, dependendo das condições. Flexionar o joelho, com a superfície plantar sobre a mesa de exame; girar ligeiramente o corpo na direção oposta do lado em questão. Alinhar e centralizar o eixo longitudinal do pé com o raio central e com o eixo longitudinal da porção do chassi a ser exposta. Rodar medialmente o pé para colocar a superfície plantar a 30º a 40º em relação ao plano do chassi.

Raio Central: posicionar o raio central perpendicular ao chassi, direcionado para a base do terceiro metatarso.

 

Lateral de Pé

Médio-Lateral

perfildepepronta pelindas

Paciente em decúbito lateral.

Flexionar o joelho 45º.

Colocar a perna oposta atras da perna em questão, para evitar uma rotação excessiva da perna afetada. Se possível flexionar o pé dorsalmente para ajudar no posicionamento e fornecer uma posição lateral verdadeira do pé e tornozelo.

Raio Central: perpendicular ao chassi, direcionado para o cuneiforme médio ou seja, ao nível da base do terceiro metatarso.

DFoFi- 1m

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas. Fornecer luvas e escudo de chumbo á pessoa que aplicará a manobra, se as posições forçadas forem executadas durante as exposições.

perfilpelinda

 

Pé com carga

AP

 

pecomcarga

Paciente em posição ortostática, com o peso do corpo bem distribuído em ambos os pés, os pés devem estar paralelos entre si.

Raio Central: Angulação de 15° posteriormente em direção ao ponto médio entre os pés, ao nível dos metatarsos..

DFoFil-1m

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.

 

 

Pé com carga

Lateral

 

perfilpecarga

Paciente em posição ortostática, com o peso distribuído igualmente entre os pés.

O paciente deve ficar em pé sobre o suporte de madeira, no qual deve ter encaixe para o chassi, com mostrado abaixo.

Raio Central:

O raio central deve ser direcionado horizontalmente em direção, ao nível da base do terceiro metatarso.

DFoFil-1m

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.

pecarga

 

suporte

chassi

Suporte desenvolvido pelo professor de Práticas Radiológicas CEFORES(UFTM)Uberaba-MG -Fabiano Araujo e pelo Aluno Marcelo Mendonça, para realização de exames radiológicos.

 

 

Pé sem Perna - Método de Camon

 

 

 

pecamon camonpe

 

camon

 

PP: Paciente em ortostático, com os pés sobre o chassi, com o pé em AP (paciente em pé sobre o chassi).

Filme:  24 x 30 panorâmico na longitudinal, sem bucky.

DFF: 1 metro.

RC: Neste exame, são realizados dois disparos de raios-x . 
1º RC:Entrando no 3º metartaso, na parte medial. O RC deve ser angulado caudal, de forma que faça um ângulo perpendicular ao dorso do pé. Dessa forma as articulações dos ossos do tarso, serão vistas na radiografia sem sobreposição (estarão "mais abertas"). 
2º RC: Entrando no calcâneo angulado de 25 a 40 graus, caudal.
Devido a densidade da perna, a atenuação dos raios-x não atingirão essa parte do filme, deixando essa parte do filme "virgem", para o segundo disparo, onde será radiografado o câlcaneo axial.

Obs.: Essa incidência é útil para demonstrar o eixo do 1º com o 2º metatarso, para avaliação de pé plano. Avalia-se também a joanetes. IC: Fraturas, joanetes e pé plano.

Téc.: Kv 36, F 100, mAs 12. - nos dois disparos. Para esse cálculo, foi usada a constante = 20. (Técnica depende de cada aparelho)

Texto realizado pelos alunos da Escola Salute TRM 9 e revizado pelo Prof. Ronaldo Calil.

Proteção- Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.

 

 

 

incio