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MAMOGRAFIA DIGITAL

 

 

Material gentilmente cedido pela Tecnóloga Vanessa Dias.

Vanessa Dias
Tecnóloga em Radiologia Médica – 2001
Especialista em Imagens e Produtos para Mamografia
Pós Graduação – Tomografia e Ressonância Magnética
Especialista em Controle de Qualidade p/ Radiologia computadorizada

 

 

Breve revisão da Radiologia Analógica;

 

Sistemas de digitalização:

  • DR- Radiologia Digital
  • CR- Radiologia Computadorizada;

Terminologia utilizadas;

CAD- Computer Aided Detection (Diagnóstico auxíliado por computador)

Mercado Atual para DR e CR

DRY- Sistema de revelação a seco

ASPECTOS HISTÓRICOS DA RADIOLOGIA

  • 1895- Descobrimento dos raios por Wilhelm Conrad Roentgen.
  • 1913- A.Salomon-Alemanha, realizou radiografia de 3000 peças de mastectomia.
  • 1930- Staford Warren -EUA , utiliza equipamentos de RX com "novas" telas intensificadoras com finas partículas de cálcio e grade de Potter Bucky.
  • 1956- Primeira processadora de transporte rolante - Eastman Kodak
  • 1960- Charles Gros - França desenvolve o primeiro protópito de mamografo.
  • 1967-Compagnie General de Radiologia(CGR) juntamente com Charles Gros, lança o primeiro mamografo -Senografe.
  • 1970- Outros mamografos surgiram - Mammomat(Siemens), Mamodiagnost(Phillips)

 

Início da Mamografia

 

ledorne

Incidência CC – Equipamento de RX / Incidência lateral - Equipamento de Rx

 

processadora

1956 - Primeira processadora de transporte rolante – E. Kodak

 

imagemcimagems

1967 – Primeiro modelo de produção do Senógrafo CGR

 

Equipamentos para Mamografia Convencional.

colgadura manual

 

COLGADURAS(REVELAÇÃO MANUAL) /TANGUE DE REVELAÇÃO

aparelho reveladora

MAMOGRAFO/ PROCESSADORA

 

 

Documentação

 

quimicos

fuji fuji

REVELADOR E FIXADOR/ FILMES

 

 

O QUÉ É RADIOLÓGIA DIGITAL?

 

A radiológia digital em uma ramo do diagnóstico por imagem que se utiliza de sistemas computadorizados para: Aquisição,Processamento, apresentação e gerenciamento de imagens, obtidas nos diversos métodos.

Digitalização: Consiste em transformar sinais físicos (ou informações analógicas) em informações númericas(digitos binários "0" e 1") através de um dispositivo eletrônico chamado conversor analógico/digital.

 

 

EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS PARA AQUISIÇÃO DE IMAGENS DIGITAIS EM MAMOGRAFIA

 

DR- Radiografia Digital (mamografia)

2000:mamografia digital(DR)

digitaladigitalb

 

 

CR-Radiografia Computadorizada

(RX e Mamografia)

1996 - Mamografia Computadorizada (CR)

 

digitale digitalb digitalb

 

 

 

RADIOLOGIA CONVENCIONAL

 

chssi chassid

 

chassif chassig  

 

 

DR - RADIOGRAFIA DIGITAL

 

 

compressor

analise focal

 

 

 

CR - RADIOGRAFIA COMPUTADORIZADA

 

 

tudinho

 

 

 

 

O QUE CONTINUA IGUAL EM TODOS OS PROCESSOS?

 

•Posicionamento
•Técnica*
•Profissional
•Equipamento*

 

O QUE MUDA NO PROCESSO?

Processo Convencional

Sensibiliza - Documenta - Verifica

 

Processo Digital

Sensibiliza - Verfica - Documenta

 

 

SOLUÇÃO RADIOGRAFIA DIGITAL (DR)

di

SOLUÇÃO RADIOGRAFIA RADIOGRAFIA COMPUTADORIZADA(CR)

imagemx

 

Radiografia Computadorizada – CR

 

Vantagens:

 

  • Investimento ZERO em equipamentos de mamografia e RX.
  • Digitaliza até 5 salas de RX  e exames no leito.
  • Custa 1/3 do valor do DR.

Desvantagens:

 

  • Pode apresentar problemas de fluxo uma etapa a mais no processo.

 

chassidigitalimpressoradigital

 

Radiologia Digital-DR

 

Vantagens:

  • Diminui uma etapa no processo.

 

Desvantagens:

  • Investimento  em equipamentos de mamografia e RX
     
  • Digitaliza apenas uma sala por equipamento, não digitaliza o leito.
  • Investimento alto.

 

dr

 

TERMINOLOGIAS

 

Pixel – 50  à 200 micras. graficoagraficoa
Pixel/mm – ex: 20 pixel/mm ou 10 pixel/mm.

Matriz - ex: 1920 x 2304 ou 4096 x 5625.

 

 

Resolução

  • Microcalcificações – 100 à 200 µm quadrima
  • Filme alta resolução – 10 à 20 µm quadrimb
  • DR - GE Medical system – 100 µm quadrimc
  • DR - Fisher Imaging – 54 µm quadrimb
  • CR – Fuji* /Kodak/ AGFA – 50 µm e 100µm
  • DR – Hologic/Lorad – 70 µm quadrime

 

 

 

Conversão do Sinal Direta e Indireta

 

Técnica de detecção indireta

  • Converte RX para luz visível (scintillator), convertida em sinal elétrico.
  • IP de Fósforo, CCD de iodeto de Césio ou detector de silício amorfo.
  • CR Fuji, Kodak e AGFA  Siemens Digiscan M, Fischer SenoScan, GE Senographe 2000D, GE Senographe DS
  • DQE
 

Técnica de detecção direta

  • Converte RX diretamente em sinal elétrico.
  • Detector de selênio.
  • Lorad Selenia, Instrumentarium Delta DX , Siemens Mammomat Novation DR
  • DQE
 

conversor

 

DR conversão Direta e DR conversão

digitalbaparelho

 

 

CR só conversão Indireta

 

chassidigital digitalb
impressoradigital

 

Imaging Plate (IP)

Leitura dual ou simples

ip ips

 

 

 

 

 

ipb

DYNAMIC RANGE

 

dimamicd

 

 

MAMOGRAFIA CONVENCIONAL

filmeafilmeb

½ MAS / 2 x MaS

 

 

 

MAMOGRAFIA DIGITAL

 

DADAB

½ MAS / 2 x MAS

 

CR Console – Identificação e Qualidade  da Imagem.

  • Brilho
  • Contraste
  • Zoom
  • Mudança de filtros
  • Impressão
  • Gravar em CDs
  • Enviar para PACS

digitalb

 

 

Novas Tecnologias - PEM

 

uEfeitos do PEM

(Processing for Selective Enhancement on Microcalcification)

 
uMaior Intensificação de Microcalcificações

 

 

 

EXEMPLO DE APLICAÇÃO DE PEM

 

sem PEM  / com PEM
 

Detecção de  micro-calcificações

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Workstation - Estação de Laudos

 

 

 

CAD - Computer Aided Diagnosis

 

PACS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DRY- REVELAÇÃO

 

 

DRY  LASER

 

drylaser

 

 

CARACTERÍSTICAS DRY

 

 

—Alta resolução  (50 micras).
—Densidade máxima 4.0.
—Impressão de filmes de tamanhos diferentes ex:
—20 x 25, 26 x 36  e 35 x 43 cm.
—Programa de controle de qualidade.
—Impressão de cerca de 180 filmes/hora 35 x 43 cm .

 

sem

 

TIPOS DE FILMES

filmedigital

 

FORMATOS PARA IMPRESSÃO

formatos

 

 

CONCEITOS IMPORTANTES

 

  • DMISTD- Digital Mammographic Imaging Screening Trial
  • FDA- Food and Dru Adminstration
  • ACR- American College of Radiology
  • EUREF- European guidelines for quality assurance in breast cancer screening and diagnosis,fourth edition, Luxembourg: Official Publications of the European Communities, 2006
  • IEC- Evaluation and routine testing in medical imaging departments- Part 3-2: Acceptance tests- Imaging performance of mammographic X-ray equipment, International Electrotechnical Commission,IEC 61223-3-2, Second edition, 2007-07

 

 

 

TOMOSSÍNTESE

 

tamoxitese

 

 

TECNOLOGIA EMERGENTE TOMOSSÍNTESE

 

EMERGENTE

 

 

TOMOSSÍNTESE

 

 

 

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