CRÂNIO ANATOMIA E POSICIONAMENTO
Observação: Quase todas as imagens sobre incidências complementares foram cedidas gentilmente pelo site www.playmagem.com.br, em especial agradecimento ao colega André Siqueira, e cujos direitos autorais são reservados. Por isso o nome playmagem consta em todas as fotos retiradas do site. Proibido copia sem autorização. Especial agradecimento também ao site www.mundodaradiologia.com.br, um site criado e mantido por alunos da Escola Salute da TRM 8 que forneceu imagens para o site radioinmama.
O crânio é a estrutura óssea que forma o esqueleto da cabeça. Situado na parte mais alta do corpo humano, ele é sustentado pela coluna cervical. Possui um formato oval e, é levemente maior em sua parte posterior do que na parte frontal. É composto por uma serie de ossos planos e irregulares, que são imóveis (exceção da mandíbula), totalizando 22 ossos. Pode ser dividido em face e o crânio propriamente dito. O crânio propriamente dito é composto por 8 ossos, que se articulam firmemente para proteger o encéfalo. Os ossos que constituem o crânio são:
Ossos que formam a parte posterior e a maior parte da base do crânio: Occipital - Osso que forma a parte posterior e a maior parte da base do crânio. Etmóide - localiza-se na parte anterior do assoalho do crânio entre as órbitas, formando o teto da cavidade nasal. Neste osso encontramos cavidades aéreas denominadas células etmoidais, uma crista que serve de fixação para as meninges do encéfalo chamada crista etmoidal; lamina cribriforme; a lamina perpendicular; as conchas nasais (suprema superior e media).
Fonte : http://www.youtube.com/watch?v=lx-55fp7v-c
Parietal 2 - Temporal 2 - Occipital 1 - Frontal 1 - Etmóide 1 - Esfenóide 1.
Linhas de Posicionamento
LINHAS DO CRÂNIO PVO – Plano vertical do ouvido ou linha médio coronal: divide o crânio em partes anteriores e posteriores; LGM – Linha globelo meatal: refere-se a uma linha entre a glabela e o meato acústico externo; LOM – Linha orbito meatal: localiza-se entre o canto externo do olho e o MAE. LIOM – Linha infra-orbitomeatal ou linha da base de REID: Liga a parte inferior da órbita ao meato acústico externo; LAM – Linha acantiomeatal: Liga o acântio ao meato acústico externo; LMM – Linha Mentomeatal: São linhas formadas pela conexão do ponto mentoniano ao meato acústico externo; PMS – Plano médio sagital: Divide o crânio em duas partes esquerda e direita) É importante no posicionamento preciso do crânio; LIP – Linha interpupilar: É a linha que liga os dois canto dos olhos; Chamberlain: É a linha que liga o palato duro a base do osso occipital; LLM – Linha libiomeatal: É a linha da junção dos lábios com MAE; LGA – Linha Glabeloaoveolar: É a linha que liga a glabela a um ponto na região anterior do processo aoveolar do maxilar; LSOM – Linha supero obitomeatal: É a linha que liga o teto da órbita ao meato acústico externo;
INCIDÊNCIAS BÁSICAS DE CRÂNIO AP DE CRÂNIO
Tirar todos objetos de metal, plástico ou outros objetos removíveis da cabeça do paciente. Fazer a radiografia com o paciente na posição ortostática ou pronada. PP: Fazer a radiografia com o paciente na posição ortostática ou em decúbito dorsal, dependendo das condições do paciente. Em pacientes com hipercifose, o posicionamento é melhor realizado em ortostático; PPt: PMS (plano médio sagital) do crânio perpendicular na vertical ou sobre a LCM (linha central da mesa); LIOM (linha infra-órbito meatal) perpendicular ao plano da mesa de exames; Filme: 24x30 na longitudinal c/ Bucky. Raio Central: perpendicular na vertical junto à glabela, paralelo a LOM; Posição da parte : LIOM (linha infra órbito meatal) linha sagital e linha interpupilar PMS, LOM (linha infra órbito meatal) e linha interpupilar. OBS: Alinhar as três linhas citadas à cima no Pt.A para que o crânio não fique rodado nem inclinado. Esta incidência é utilizada para o estudo de traumas, lesões e moléstias das estruturas do crânio. A linha dos rochedos deve projetar-se no quadrante médio inferior das órbitas. IC: Ocorrência de trauma e/ou quando houver sintomas que indicam anormalidades estruturais dentro do crânio como tumores ou hemorragias, calcificações e TCE. O RX do crânio é também utilizado para avaliar as anormalidades no formato da cabeça de uma criança.
DFoFi- 1m Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
LATERAL DE CRÂNIO
Tirar todos objetos de metal, plástico ou outros objetos removíveis da cabeça do paciente. Fazer a radiografia com o paciente na posição ortostática ou deitada, semipronada(posição de Sim).
Raio Central:
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
INCIDÊNCIA AXIAL DE CRÂNIO MÉTODO DE TAWNE
Tirar todos objetos de metal, plástico ou outros objetos removíveis da cabeça do paciente. Fazer a radiografia com o paciente na posição ortostática ou decúbito dorsal.
Raio Central:
Observação: Dorso da sela e clinóides posteriores visualizados no forame magno indicam angulação correta do RC e flexão/extensão adequadas do pescoço. A angulação insuficiente do RC projetará o dorso da sela acima do forame magno, e a angulação excessiva projetará o arco anterior de C1 para o interior do forame magno em vez do dorso da sela. Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
CRÂNIO HIRTZ
PP: Posição em ortostático. Pode ser feito sentado em AP com a cabeça inclinada em 90º (melhor posição), encostado na estativa levantando bem o queixo, hiper estendendo o pescoço se possível. Se o paciente for incapaz de estender o pescoço o suficiente, angular o tubo de RX conforme necessário p/ alinhar o RC junto ao PVO; OBS: Esta incidência é muito desconfortável para o paciente, tenha todos os fatores ajustados antes de posicionar o paciente e complete a incidência o mais rápido possível; Posição da parte: PMS na LCE (linha central da estativa) com extensão da coluna cervical deixando o PVO (plano vertical do ouvido), perpendicular a estativa, LOM (linha orbitomeatal) paralelo em relação ao plano do filme; OBS: Fazer o alinhamento das duas linhas citadas para que o crânio não fique rodado nem inclinado; Filme: 24x30 na longitudinal c/bucky; RC: Perpendicular (horizontal) ao filme passando pelo PMS (plano médio sagital) do crânio e entre uma linha imaginária entre os MAEs (meato acústico externo - passando através dos condutores auditivos externos); Colimação: colimar nas margens externas do crânio; Respiração: Livre; DFF: 1m; PTA: PMS (plano médio sagital), nariz e MAE (meato acústico externo); Estruturas mostradas: visualização da base do crânio, zigomático, esqueleto facial, forame oval e espinhal, mandíbulas, seio esfenoidal, células etmóides posteriores, processos mastóides, cristas petrosas, palato duro, forame magno e osso occipital - ver slide na antomia e vídeo aula pelo link relacionado; IC: indicações para investigação de lesões destrutivo-expansivas afetanto o palato, a região pterigóide e a base do crânio, investigação do esfenoidal, avaliar espessura média lateral da porção posterior da mandíbula, rotação condilar e avaliar fraturas do arco zigomático, calcificações e tce; Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
WATERS MENTO-NASO
PP: Paciente em posição ortostático PA ou decúbito ventral, esse exame é melhor diagnosticado em ortostático pois possibilita visualizar os níveis hidroaéreos, pacientes com lábios carnudos pedir para morder os lábios para que não cause sobreposição. Utilizar cilindro de extensão. Posição da parte: PMS na LCM (linha central da estativa), LMM (linha mento meatal) perpendicular a estativa. O ponto mentoniano deve estar encostado na LCM. RC: Perpendicular ao acântio, entrando na órbita. O RC pode ser angulado em 5 graus caudal, para eliminar a sobreposição dos dentes superiores do seio maxilar. DFF: cilindro encostado na calota craniana. CA: Visualizar seios frontal, maxilar e as conchas nasais (cornetos) IC: Essa incidência é realizada para estudo de sinusites, avaliação das conchas nasais e desvio de septo nasal. Em crinças, onde alguns seios não estão ainda formados, estuda-se os cornetos (conchas nasais). DFoFil- 1m Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
Posicionamento incidências complementaresMASTÓIDE
Processo Mastóideo em Oblíqua - Paciente em decúbito dorsal com o lado a ser radiografado mais distante da mesa de exame e sobre a L.C.M(Linha central da mesa).P.M.S( Plano Médio Sagital) ângulado 35 graus com a vertical..P.V.O (Plano Vertical da Orelha) angulado 55 graus com a vertical.P.H.A (Plano Horizontal Alemão) perpendicular ao plano do filme. DFoFil- 1m Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
Raio Central: perpendicular na vertical entrando no tragus. Este exame tem por objetivo visualizar as células aeradas inferiores..
Projeção Lateral da Mastóide - Paciente em decúbito ventral com o lado a ser radiografado encostado na mesa de exames -P.M.S(plano medio sagital) perpendicular ao plano da mesa.P.V.O(Plano vertical da orelha) perpendicular com a mesa, e 2cm adiante da L.C.M, tendo o pavilhão auricular dobrado.P.H.A (Plano H. Alemão) perpendicular ao plano da mesa.R.C angulado 15 graus caudal, entrando 4 cm acima do C.A.E. DFoFil- 1m Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
Visualizar as células aeradas superiores. INCIDÊNCIA CHAUSSE
Incidências de Chausse I,II e III- Paciente com o lado a ser radiografado mais distante da mesa de exames-P.M.S angulado 15, 20 e 30 graus com a vertical -P.V.O angulado 75, 70 e 60 graus com a horizontal -P.H.A perpendicular ao plano do filme-R.C angulado 10 graus com a vertical, entrando na escama do temporal, próximo ao rebordo externo da órbita e saindo no occiptal.
L.C.M = Linha Central da Mesa - P.M.S= Plano Médio Sagital---P.V.O= Plano Vertical da Orelha-P.H.A= Plano Horizontal Alemão- RC -raio central
Paciente em decúbito ventral com o lado a ser radiografado mais próximo à mesa de exames. DFoFil- 1m Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
INCIDÊNCIA DE STENVER
P.M.S angulado 45 graus com a vertical -P.V.O ângulado 45 graus com o plano da mesa -P.H.A perpendicular à mesa com 1/3 médio da linha de Reid na L.C.M. -R.C angulado 12 graus cranial com a vertical, entrando na base do occiptal e saindo no 1/3 médio da linha de Reid do lado examinado. Visualizar pirâmide petrosa, canais semi-circulares e ouvido médio. DFoFil- 1m Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
INCIDÊNCIA DE SHULLER I
|
![]() |
![]() |
![]() |
Shuller II - Demonstrar as estruturas anatômicas do ouvido interno (cóclea, vestibulo e canais semi-circulares).
DFoFil- 1m
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
INCIDÊNCIA PARA ARCO ZIGOMÁTICO
![]() |
![]() |
![]() |
Esta incidência radiografica tem por finalidade demonstrar os arcos zigomáticos e o osso temporal. Existem "N" maneiras de se realizar este exame, veremos a seguir uma das maneiras mais fáceis, e em nossa opinião a que melhor demonstrar as estruturas desejadas.
Antes de posicionar o paciente é necessário ter em mãos os materiais que serão utilizados durante a realização do exame:
Solicitar ao paciente que se deite em decúbito dorsal, suas costas ficarão apoiada sobre o travesseiro de modo que a sua cabeça obrigatóriamente fique fletida para trás em hiperextensão, solicitar ainda que o paciente eleve o queixo até que a LIOM fique o mais paralelo possível ao filme.
Certificar-se de que não haja rotação na cabeça.
Repare nas ilustrações acima que o paciente ficou com o pescoço hiperestendido de modo que a sua cabeça ficou apoiada no chassi, repare também que o chassi está apoiado em um suporte, ficando em uma posição de aproximadamente 45°.
Raio Central: Devemos aproximar a ampola de Raios-X próximo ao peito do paciente, e em seguida angular o raio no sentido cranial. No exemplo acima o paciente tem uma fratura no Arco Zigomático D, o qual está indicado por uma seta.
DFoFil- 1m
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
![]() |
|---|
Fratura com afundamento de zigomatico D - (Uso de filtro ósseo digital)

OBLÍQUA ZIGOMÁTICO
Está incidência estuda separadamente cada arco zigomático. Para realizar esta incidência o paciente poderá ficar em ortostático, decúbito dorsal, ou até mesmo sentado. Isso vai depender das condições do aparelho e principalmente do paciente. Nas condições abaixo o técnico colocará o paciente sentado.

Proteção radiologica do paciente.
Centralizar o PMS (Plano médio sagital) sobre a LCM (linha central da mesa)e hiperestender o pescoço elevando o queixo até que a linha orbitomeatal fique paralela ao filme girar a cabela 15º para o lado de interesse.

Raio Central: RC perpendicular a Linha infra orbitomeatal, incidindo no meio do osso zigomático. Obs: Solicitar ao paciente que prenda a respiração durante a exposição.
DFoFil- 1m
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.

Imagem obtida.
Incidência para estudo dos Zigomáticos
Oblíquas Póstero-Anterior semi-axial bilateral.
"Solidônio Lacerda"
Posição do paciente- O paciente deve estar em decúbito ventral, com o plano sagital mediano coincidindo com a linha da mesa.
Posição da parte- Linha Horizontal Alemã (LIOM) perpendicular a mesa, girar a cabeça para o lado oposto a ser radiografado de modo que o osso zigomático a ser examinado fique posicionado na linha central da mesa.
Raio central- Incide com angulação caudal de aproximadamente 25º em relação a LIOM (Linha Horizontal Alemã). Ou angulação de aproximadamente 37º em relação a LOM- (Linha Horizontal Americana), saindo no osso zigomático do lado a ser examinado ou seja, o lado mais próximo do filme.
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
Dfofil- 1m
![]() |
![]() |
|---|
MANDÍBULA
Paciente em ortostático ou em decúbito dorsal.

Paciente em decúbito lateral de modo que o lado a ser radiografado fique mais próximo ao plano do filme. Manter a cabeça do paciente em perfil, estender o pescoço de forma que não haja superposição das vertebras cervicais. Girar a cabeça em 15º, 30º e 45º para o lado de interesse. Cada angulação visualiza uma determinada região da mandíbula.
Raio Central: Com angulação de 25° entrando abaixo do ramo inferior da mandíbula oposta. Obs: Solicitar ao paciente que prenda a respiração durante a exposição.
DFoFil- 1m
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
PACIENTE ORTOSTÁTICO

ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDÍBULAR
ATM DE FRENTE
Paciente em decúbito dorsal, com o plano médio sagital perpendicular a linha central da mesa. Fletir o mento a fim de deixar a linha orbitomeatal perpendicular. Plano médio sagital sobre a linha central da mesa e certificar-se que não haja rotação da cabeça.

Raio Central: Com uma angulação de 30º caudal a partir da linha orbitomeatal ou 42º a partir da Linha infraorbitometal. Dirija o raio central para passar a 2,5 com anteriormente ao nível sa ATM e 5 cm anteriormente ao MAE.
Observações:
DFoFil- 1m
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.

Estruturas visualizadas: côndilo da mandíbula, fossa temporomandíbular e processos condióides.
ATM BOCA -FECHADA

Paciente em decúbito ventral em posição de nadador, manter a cabeça em perfil de forma que o lado examinado fique próximo ao filme, manter a linha interpupilar perpendicular ao filme. Girar 15º a face em direção ao filme, mantendo a ATM sobre a linha central da mesa.
Raio Central: Com angulação de 15º a 20º caudal, incidindo a cima MAE (meato acústico externo) , se possivel usar cilindro de extensão.

ATM BOCA -ABERTA

Paciente nas mesmas condições mencionadas a cima , porém ele permanecerá com a boca aberta durante a exposição. Observação: Realizar duas incidências, salvo quando haver suspeita de fratura, neste caso a incidência com a boca aberta não deverá ser realizada. Nos demais casos, as duas incidências devem ser realizadas uma com a boca aberta e outra com a boca fechada. Uma de cada lado. A ATM a ser radiografada é a mais próxima do filme, identificar no filme o lado radiografado e também as incidências.
Estruturas visualizadas: ATMs direita e esquerda, condilos mandíbulares
DFoFil- 1m
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
HIRTZ-SUBMENTOVÉRTICE

Paciente preferencialmente em ortostático,levantar bem o queixo, hiperesticando o pescoço se possível até á LIOM estar paralela a superfície da estátiva. Certificar-se que não haja rotação da cabeça.
Raio Central: Raio central perpendicular á LIOM, incidindo a meio caminho entre os ângulos da mandíbula
Observação 1:
Se o paciente é incapaz de estender o pescoço suficientimente, angular o tubo de raio X a partir da horizontal, conforme necessário para alinhar o raio central perpendicular á LIOM. Esta incidência é muito desconfortável para o paciente, portanto deixe todos os fatores ajustados antes de posicionar o paciente.
DFoFil- 1m
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
Observação 2:
O uso de cilindro de extensão só é usado em casos de avaliação dos seios paranasais. Se o interesse for avaliar base do crânio, pirâmides petrosas, etc... e necessário fazer sem o uso do cilindro.
PROCESSO ESTILÓIDE FRENTE
Paciente deitado em decúbito dorsal, Plano médio sagital sobre a linha central da mesa.

Rotacionar o plano médio sagital do paciente 12º, em relação ao plano vertical, de modo que o lado radiografado, fique mais próximo do filme. Fazer uma linha imaginaria do incisivus superiores a ponta do processo mastóide.
Raio Central: angulado a 8º cranial , entrando no centro da boca, e saindo na base do processo mastóide.
DFoFil- 1m
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
PROCESSO ESTILÓIDE PERFIL
Paciente em decúbito ventral em posiçao de nadador, com o lado a ser radiografo mais próximo ao filme.

Raio central: angulado a 10º, entrando no ramo inferior da mandíbula oposta e saindo no meio do corpo do processo estilóide.



Observação:
DFoFil- 1m
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
Observação:
Quase todas as imagens sobre incidências complementares foram cedidas gentilmente pelo site Playmagem, em especial agradecimento ao colega André Siqueira ,cujos direitos autorais são reservados,por isso o nome playmagem consta em todas as fotos retiradas do site.
Proibido copia sem autorização.
ATLAS E AXIS C1/C2

![]() |
![]() |
![]() |
Paciente em decúbito dorsal ou ortostático, com os braços ao longo do corpo e o plano médio sagital (PMS) sobre a linha central da mesa (LCM). Ajustar a cabeça do paciente de modo que uma linha da margem inferior dos incisivos superiores passe até a base do crânio (processo mastoídeo) esteja perpendicular á mesa e/ou filme e angule o raio central em conformidade. Assegure-se que não haja rotação da cabeça e do tórax. A boca deve estar totalmente aberta durante a exposição.
Faça isso como ultimo passo, para que o paciente não precise ficar muito tempo com a boca aberta.
Raio Central: perpendicular ao filme, direcionado no centro da boca aberta.
DFoFil- 1m
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.

MÉTODO DE FUCH

Está é uma incidência alternativa também para se visualizar principalmente o processo odontóide, pois muita das vezes a própria estrutura anatomica do paciente dificulta o posicionamento convencional, nos dados uma imagem cheia de sobreposições ósseas.
Para realizar a "INCIDÊNCIA DE FUCH", o paciente deve estar em decúbito dorsal com o plano mediossagital (PMS) alinhado ao RC e a linha média da mesa.
Eleve o queixo do paciente, o quanto necessário para trazer á LMM (linha mentomeatal) quase perpendicular ao tampo da mesa (ajuste o ângulo do RC conforme necessário para fazê-lo paralelo á LMM.
Garanta que não haja rotação da cabeça.
Raio Central: paralelo á LMM, direcionado para a ponta inferior da mandibula
DFoFil- 1m
Proteção: Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
![]() |
![]() |